Por Igor Carvalho, no Opera Mundi
Autor do Projeto de Lei 4471/12, que acaba com a possibilidade de que assassinatos cometidos por policiais sejam justificados por meio de autos de resistência, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) está correndo contra o tempo e negociando com opositores para que a matéria seja votada ainda em dezembro.
“Consideramos o momento adequado para retomar o debate sobre o PL, em caráter de urgência, e fazer os ajustes necessários para votá-lo ainda neste ano. Até porque teremos um Congresso mais conservador no ano que vem, o que pode criar novos entraves para a tramitação do PL, já aprovado em todas as comissões da Câmara”, afirmou Teixeira.
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domingo, 7 de dezembro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Jean Willys: De quantos mortos precisa o Brasil para reagir contra a homofobia?
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| Jean Willys, deputado federal (PSOL-RJ) |
Por Jean Willys, em seu Facebook.*
Mais um.
Em outros países, o brutal assassinato de um adolescente homossexual de 16 anos de idade seria uma notícia que comoveria a sociedade e nos chocaria a todos como poucas notícias nos chocam. Um garoto que ainda estava na escola, com toda uma vida pela frente, arrancado da existência, despojado de toda humanidade, com todos os dentes arrancados e uma barra de ferro dentro da perna. Um menino cheio de futuro que acaba seus dias com traumatismo craniano e intracraniano, com o corpo todo sujo, abandonado sem vida numa avenida da região central de São Paulo.
Em outros países, seria manchete de capa de todos os jornais. A presidenta falaria em cadeia nacional. O país inteiro reclamaria justiça. Os poderes públicos reagiriam de imediato.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Aumenta pressão sobre autoridades para resolver crise no Maranhão
Organismos internacionais, órgãos do governo e organizações não governamentais aumentaram a pressão sobre autoridades do Maranhão, da Justiça e da União para resolver o caos do sistema prisional do Estado – que já resultou em mais de 60 mortes em pouco mais de um ano.
Nesta semana, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU e as organizações Anistia Internacional e a Human Rights Watch divulgaram comunicados oficiais reprovando os abusos de direitos humanos praticados no complexo prisional de Pedrinhas, na capital São Luiz.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Pela criação de um Museu do Machismo
Há alguns anos, o governo equatoriano divulgou uma campanha brilhante chamada “Reacciona Ecuador – el machismo es violencia”. Em uma das propagandas [veja no final do artigo], um grupo de crianças visita um museu em 2045. Vestidas com roupas futuristas e guiadas por um cientista, elas se colocam diante de um esqueleto e ouvem a explicação sobre ele:
— Esse é um equatoriano de tipo machista. Viveu em uma época em que era considerado homem o que mais álcool consumia, batia na sua mulher ou tinha uma atitude desrespeitosa frente às mulheres. Poderia pertencer a qualquer classe social ou econômica. Graças à reação e à evolução da sociedade equatoriana, como vêem ele passou a ser parte de uma história que jamais irá se repetir.
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