Por Reginaldo Moraes, no site Brasil Debate:
Em artigo no site Carta Maior (agosto de 2015), Emir Sader, analista atento e com muitos anos de janela, faz uma pergunta: “Por que a direita saiu do armário?” Emir afirma que “o que há de novo é a consolidação de um setor de extrema direita na classe média”. E em parte concorda que pelo menos um setor da classe média assume teses fascistas, aberta e agressivamente.
Sua explicação é que “os governos do PT não amaciaram a luta de classes, mas a acirraram”. O “sair do armário” seria resultado dessa “perda de espaço”. Mais precisamente,“o PT é responsável pela saída da direita – e da ultradireita – do armário, porque afetou profundamente os seus interesses”.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Movimentos sociais: "saída pela esquerda"
Por Rodrigo Gomes, na Rede Brasil Atual:
Movimentos sociais e centrais sindicais esperam levar milhares de pessoas às ruas em todo o país nesta quinta-feira (20) com a proposta de construção de uma agenda popular em contraposição à Agenda Brasil e ao ajuste fiscal. As organizações defendem que os trabalhadores não podem pagar pela crise e cobram reformas estruturais. As informações foram dadas em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje (17), em São Paulo.
Movimentos sociais e centrais sindicais esperam levar milhares de pessoas às ruas em todo o país nesta quinta-feira (20) com a proposta de construção de uma agenda popular em contraposição à Agenda Brasil e ao ajuste fiscal. As organizações defendem que os trabalhadores não podem pagar pela crise e cobram reformas estruturais. As informações foram dadas em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje (17), em São Paulo.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Adílson Araújo: "Apoiar PL da terceirização é vender a alma ao diabo"
Por Adílson Araújo*, no portal da CTB
Para o relator do PL 4330 da terceirização, Arthur Maia, deputado federal pela Bahia, e para Paulinho da Força, deputado federal por São Paulo (ambos do Solidariedade), que defendem a aprovação do projeto, é preciso acabar com as distinções entre atividade meio e atividade fim nas contratações de empresas terceirizadas. Na prática, isso significa a generalização da terceirização de forma irrefreável atingindo todas as áreas indistintamente.
A sua aprovação constitui um atentado aos direitos laborais. Se prevalecer o entendimento do relator, nós corremos o sério risco de sofrer uma derrota na Câmara dos Deputados, diante da sua composição conservadora e de sua agenda extremamente restritiva. No entendimento da CTB e outras centrais sindicais, o PL 4330 pressupõe o fim do direito constitucional do trabalho, a extinção da CLT e a desregulamentação por inteiro dos direitos sociais e trabalhistas.
Para o relator do PL 4330 da terceirização, Arthur Maia, deputado federal pela Bahia, e para Paulinho da Força, deputado federal por São Paulo (ambos do Solidariedade), que defendem a aprovação do projeto, é preciso acabar com as distinções entre atividade meio e atividade fim nas contratações de empresas terceirizadas. Na prática, isso significa a generalização da terceirização de forma irrefreável atingindo todas as áreas indistintamente.
A sua aprovação constitui um atentado aos direitos laborais. Se prevalecer o entendimento do relator, nós corremos o sério risco de sofrer uma derrota na Câmara dos Deputados, diante da sua composição conservadora e de sua agenda extremamente restritiva. No entendimento da CTB e outras centrais sindicais, o PL 4330 pressupõe o fim do direito constitucional do trabalho, a extinção da CLT e a desregulamentação por inteiro dos direitos sociais e trabalhistas.
sábado, 4 de abril de 2015
Consciência, unidade e mobilização contra ofensiva golpista
Editorial do Portal Vermelho
Sob a liderança das centrais sindicais CUT e CTB e de entidades como a UNE e o MST, cerca de cinco mil militantes, representantes de mais de uma centena de organizações populares, além de vereadores e deputados, debateram a situação política do país, sintonizaram pontos de vista e chegaram à conclusão madura de que é preciso resistir e lutar contra a ofensiva da direita e garantir as conquistas democráticas e sociais, cujo pressuposto é a defesa do mandato da presidenta Dilma Rousseff, contra o qual se volta a ira golpista da oposição neoliberal e conservadora.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Entidades sociais se posicionam contra redução de maioridade penal
Por José Coutinho Júnior, no Brasil de Fato
Nesta terça-feira (17), a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos deputados realizou audiência na qual pretendia votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que trata da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.
Após pareceres contrários à aprovação da PEC, a CCJC adiou a discussão para a próxima terça (24). Neste dia, deverão ser ouvidos entidades da sociedade civil, como a Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Anced), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), além de dois constitucionalistas com opiniões favorável e contra a redução.
Nesta terça-feira (17), a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos deputados realizou audiência na qual pretendia votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que trata da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.
Após pareceres contrários à aprovação da PEC, a CCJC adiou a discussão para a próxima terça (24). Neste dia, deverão ser ouvidos entidades da sociedade civil, como a Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Anced), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), além de dois constitucionalistas com opiniões favorável e contra a redução.
sexta-feira, 27 de março de 2015
CTB: Unidade e mobilização são as armas da luta democrática
Do Portal da CTB
Sair às ruas e protestas nunca foi tão necessário.
A CTB, juntamente com a CUT, a UNE, o MST, o MTST e outros grupos da sociedade civil organizada, traça uma agenda unitária de ações e manifestações ao longo do próximo mês, como forma de reação popular à onda conservadora. É preciso ganhar as mentes e os corações do povo brasileiro para garantir:
terça-feira, 10 de março de 2015
Stedile: "a direita tem medo da democracia"
Do blog Viomundo:
O jornalista Ricardo Noblat, em coluna publicada pelo jornal O Globo, escreveu que o ex-presidente Lula está se tornando “uma forte ameaça à democracia”.
Disse o preposto dos irmãos Marinho:
"Para o bem ou para o mal, este país carregará na sua história a marca indelével de um ex-retirante nordestino miserável, agora um milionário lobista de empreiteiras, que disputou cinco eleições presidenciais, ganhou duas vezes e duas vezes elegeu uma sem voto, sem carisma e sem preparo para governar."
O jornalista Ricardo Noblat, em coluna publicada pelo jornal O Globo, escreveu que o ex-presidente Lula está se tornando “uma forte ameaça à democracia”.
Disse o preposto dos irmãos Marinho:
"Para o bem ou para o mal, este país carregará na sua história a marca indelével de um ex-retirante nordestino miserável, agora um milionário lobista de empreiteiras, que disputou cinco eleições presidenciais, ganhou duas vezes e duas vezes elegeu uma sem voto, sem carisma e sem preparo para governar."
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
A busca da unidade do movimento social
Por Eduardo Maretti, na Rede Brasil Atual:
'O Governo Dilma e os movimentos sociais' foi o tema do debate promovido na noite de ontem (11) pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, transmitido via Web pelo coletivo Mídia Ninja. No evento, João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), resumiu a preocupação dos movimentos com a conjuntura adversa de crise econômica e o papel da esquerda neste início de segundo mandato de Dilma Rousseff. Segundo ele, há um “déficit organizativo” e dificuldade de união entre as diversas forças progressistas.“Temos 1,5 milhão de pessoas assentadas e isso não se transforma em 1 milhão de pessoas nas ruas fazendo luta”, disse Rodrigues.
'O Governo Dilma e os movimentos sociais' foi o tema do debate promovido na noite de ontem (11) pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, transmitido via Web pelo coletivo Mídia Ninja. No evento, João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), resumiu a preocupação dos movimentos com a conjuntura adversa de crise econômica e o papel da esquerda neste início de segundo mandato de Dilma Rousseff. Segundo ele, há um “déficit organizativo” e dificuldade de união entre as diversas forças progressistas.“Temos 1,5 milhão de pessoas assentadas e isso não se transforma em 1 milhão de pessoas nas ruas fazendo luta”, disse Rodrigues.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Movimentos sociais: lutar sem perder o foco
Editorial do Portal Vermelho
A edição, por parte do Governo Federal, das Medidas Provisórias 664 e 665, alterando regras para acesso a benefícios previdenciários como, por exemplo, abono salarial, seguro desemprego, pensão por morte e auxílio doença, encontra justa resistência por parte dos movimentos sociais, em especial do movimento sindical.
Na última terça-feira (3) aconteceu uma reunião entre as centrais sindicais e o governo. Quatro ministros compareceram à reunião com os sindicalistas: Miguel Rossetto, da Secretária-geral da Presidência da República; Carlos Gabas da Previdência Social; Nelson Barbosa, do Planejamento e Manoel Dias do Trabalho e Emprego. Embora a abertura das negociações tenha sido um gesto positivo do governo a reunião pouco trouxe de novidade. As centrais, com toda a razão, não aceitam retrocessos em direitos já conquistados. O governo, embora ainda não dê sinais de que recuará das MPs, acena com a continuação do diálogo e prometeu envolver o Congresso Nacional na discussão.
A edição, por parte do Governo Federal, das Medidas Provisórias 664 e 665, alterando regras para acesso a benefícios previdenciários como, por exemplo, abono salarial, seguro desemprego, pensão por morte e auxílio doença, encontra justa resistência por parte dos movimentos sociais, em especial do movimento sindical.
Na última terça-feira (3) aconteceu uma reunião entre as centrais sindicais e o governo. Quatro ministros compareceram à reunião com os sindicalistas: Miguel Rossetto, da Secretária-geral da Presidência da República; Carlos Gabas da Previdência Social; Nelson Barbosa, do Planejamento e Manoel Dias do Trabalho e Emprego. Embora a abertura das negociações tenha sido um gesto positivo do governo a reunião pouco trouxe de novidade. As centrais, com toda a razão, não aceitam retrocessos em direitos já conquistados. O governo, embora ainda não dê sinais de que recuará das MPs, acena com a continuação do diálogo e prometeu envolver o Congresso Nacional na discussão.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Rota de colisão com os trabalhadores
Por Adilson Araújo, no site da CTB:
A ênfase numa política econômica conservadora, ditada pelos interesses do capital financeiro e hoje sob o comando do ministro Joaquim Levy, está conduzindo o governo a uma perigosa rota de colisão com a classe trabalhadora e os movimentos sociais, cujos militantes tiveram papel decisivo na reeleição de Dilma Rousseff, em confronto aberto com os banqueiros, o todo poderoso mercado e a grande burguesia nacional e estrangeira. As medidas de austeridade fiscal até agora anunciadas tendem a provocar o agravamento da crise econômica, deprimindo o consumo e aumentando o desemprego. Sintomaticamente foram elogiadas até pelo famigerado FMI, que está impondo aos povos da Europa o desmantelamento do chamado Estado de Bem Estar Social.
A ênfase numa política econômica conservadora, ditada pelos interesses do capital financeiro e hoje sob o comando do ministro Joaquim Levy, está conduzindo o governo a uma perigosa rota de colisão com a classe trabalhadora e os movimentos sociais, cujos militantes tiveram papel decisivo na reeleição de Dilma Rousseff, em confronto aberto com os banqueiros, o todo poderoso mercado e a grande burguesia nacional e estrangeira. As medidas de austeridade fiscal até agora anunciadas tendem a provocar o agravamento da crise econômica, deprimindo o consumo e aumentando o desemprego. Sintomaticamente foram elogiadas até pelo famigerado FMI, que está impondo aos povos da Europa o desmantelamento do chamado Estado de Bem Estar Social.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
"Contra a direita e por mais direitos". Passeata reúne mais de 10 mil
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| A concentração da passeata foi no MASP |
Por Renan Truffi, na Carta Capital
Capitaneado pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) de Guilherme Boulos, um ato com a participação de outros movimentos sociais reuniu nesta quinta-feira 13 feira milhares de pessoas, embaixo de chuva, para marchar pelas ruas da cidade. A manifestação passou pelos Jardins, um dos bairros mais ricos da cidade e reuniu, embaixo de chuva, pelo menos dez mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar. Além de discursos políticos, o ato teve momentos bem-humorados, como o baile de forró "contra o preconceito aos nordestinos" na frente do Hotel Renaissance, que tem uma das diárias mais caras da capital paulista.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Jean Willys: De quantos mortos precisa o Brasil para reagir contra a homofobia?
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| Jean Willys, deputado federal (PSOL-RJ) |
Por Jean Willys, em seu Facebook.*
Mais um.
Em outros países, o brutal assassinato de um adolescente homossexual de 16 anos de idade seria uma notícia que comoveria a sociedade e nos chocaria a todos como poucas notícias nos chocam. Um garoto que ainda estava na escola, com toda uma vida pela frente, arrancado da existência, despojado de toda humanidade, com todos os dentes arrancados e uma barra de ferro dentro da perna. Um menino cheio de futuro que acaba seus dias com traumatismo craniano e intracraniano, com o corpo todo sujo, abandonado sem vida numa avenida da região central de São Paulo.
Em outros países, seria manchete de capa de todos os jornais. A presidenta falaria em cadeia nacional. O país inteiro reclamaria justiça. Os poderes públicos reagiriam de imediato.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
“Rolezinho” e luta de classes
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| Retrato da discriminação: jovens da periferia são impedidos de circular nos Shoppings Centers |
O movimento chamado de “rolezinho” – mobilizado pelas redes sociais desde o fim do ano passado – está tornando-se um fenômeno social e político, na medida em que revela um novo tipo de expressão de insatisfações e aponta questões centrais para o debate por uma sociedade mais justa e igual. Objetivamente, é uma expressão da luta de classes; desmascara o racismo e o preconceito entre os diferentes segmentos da população; e evidencia novos aspectos sobre a repressão policial.
sábado, 11 de janeiro de 2014
As lutas de massas no ano do embate eleitoral
Editorial do Portal Vermelho.O ano de 2014 pode assinalar um importante avanço no desenvolvimento dos movimentos sociais, que anunciam uma movimentada agenda. Um ano eleitoral indica que será um período repleto de lutas. E nada mais natural que a luta dos movimentos sociais se incorpore à luta eleitoral, que elas se somem para ampliar as bandeiras e principalmente as conquistas.
As grandes manifestações de junho de 2013 vibraram como um sinal de alerta de que as conquistas, uma vez iniciadas, precisam avançar. Para tanto, esse avanço demandará grandes embates para que o poder político não sofra retrocessos. Isto indica que as agendas dos movimentos, tanto sindical, de juventude, de mulheres e de outras organizações sociais, devem ser intensas e convergentes para a construção de um campo político com bandeiras destacadas da esquerda e da luta da classe trabalhadora.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Stedile: Sob Dilma, reforma agrária avançou menos
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| João Pedro Stédile, coordenador geral do MST |
por Mário Augusto Jakobskind, no site da ABI.
“Em entrevista exclusiva concedida ao site e jornal da ABI, o coordenador geral do MST, João Pedro Stedile, revela como as multinacionais Monsanto, Cargill, Bungue, Adm e Dreyfuss agem sobre a agricultura brasileira, hoje sob o predomínio do agronegócio. Além de fazer uma análise crítica sobre o andamento da reforma agrária no governo de Dilma Rousseff, Stedile afirma que a expectativa dos movimentos sociais é de que em 2014 continuem as mobilizações de massa no Brasil, para que a verdadeira política seja debatida nas ruas.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
A quem interessa “melar” a Copa?
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| Em junho de 2013 milhões foram às ruas, e muitos voltarão em 2014. É preciso extrais ensinamentos daquela experiência. |
Por Caio Botelho.
As Jornadas de Junho de 2013 mudaram o país. E a maior prova disso é que
ainda hoje discutimos os efeitos daquelas mobilizações e os prováveis rumos das
próximas que inevitavelmente irão ocorrer. Centenas de artigos, pesquisas e
debates já foram feitos, e são várias as interpretações encontradas desse
momento histórico: das mais pessimistas às mais otimistas; das mais
conservadoras às mais avançadas.
Já se afirma que em 2014 duas coisas certamente irão acontecer: a Copa
do Mundo de futebol e manifestações. Como uma vai influenciar a outra, se essas
mobilizações serão maiores ou menores do que as do ano passado ou quais serão
os seus resultados objetivos ainda são incógnitas que apenas o tempo e as
movimentações que serão feitas irão responder.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Pela criação de um Museu do Machismo
Há alguns anos, o governo equatoriano divulgou uma campanha brilhante chamada “Reacciona Ecuador – el machismo es violencia”. Em uma das propagandas [veja no final do artigo], um grupo de crianças visita um museu em 2045. Vestidas com roupas futuristas e guiadas por um cientista, elas se colocam diante de um esqueleto e ouvem a explicação sobre ele:
— Esse é um equatoriano de tipo machista. Viveu em uma época em que era considerado homem o que mais álcool consumia, batia na sua mulher ou tinha uma atitude desrespeitosa frente às mulheres. Poderia pertencer a qualquer classe social ou econômica. Graças à reação e à evolução da sociedade equatoriana, como vêem ele passou a ser parte de uma história que jamais irá se repetir.
sábado, 8 de setembro de 2012
O FEMEN e a historia do falso sequestro.
*Texto extraído do site Contraditorium
Quando o FEMEN surgiu, uns anos atrás, eu gostei da idéia. Não só por ser homem heterossexual, portanto defensor do patriarcado, porco-chauvinista estRupador e apreciador de peitos.
Quando o FEMEN surgiu, uns anos atrás, eu gostei da idéia. Não só por ser homem heterossexual, portanto defensor do patriarcado, porco-chauvinista estRupador e apreciador de peitos.
Esse lado conta, e se o FEMEN peca na diversidade (cadê as FEMEN negras?) ao menos capricham na qualidade, só tem filé no movimento.
Fora isso, achei muito, muito legal por ser uma forma de protesto que incomoda a hipocrisia reinante ao mesmo tempo em que é eminentemente pacífico. Ver peitos é bom mas ver conservadores moralistas religiosos em modo revolt apenas porque algumas gurias tiraram a blusa é bom demais.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Segurança atira durante assembleia de trabalhadores
Um caso absurdo aconteceu em frente a Fixar, em Camaçari: nesta quarta-feira, 25/07, o Sindicato dos Metalúrgicos havia acabado de realizar uma assembléia em frente à sede da empresa, por volta das 8:30 da manhã, para tratar da Campanha Salarial, e outros itens como PLR e cesta alimentação.
Ao final da assembléia, quando os trabalhadores se preparavam para entrar nas dependências da empresa, um ato de irresponsabilidade assustou a todos.
O segurança da Fixar bloqueou o acesso dos empregados, puxou a arma e deu um tiro, que por sorte não atingiu nenhum funcionário.
Depois do disparo, o pânico foi geral, mas aos poucos os trabalhadores conseguiram finalmente ingressar na empresa.
Ao final da assembléia, quando os trabalhadores se preparavam para entrar nas dependências da empresa, um ato de irresponsabilidade assustou a todos.
O segurança da Fixar bloqueou o acesso dos empregados, puxou a arma e deu um tiro, que por sorte não atingiu nenhum funcionário.
Depois do disparo, o pânico foi geral, mas aos poucos os trabalhadores conseguiram finalmente ingressar na empresa.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Movimento negro comemora legalização de cotas nas universidades
A decisão desta quinta-feira (26), do Supremo Tribunal Federal (STF), entrará para a história do movimento negro no país, que comemora a votação favorável à legalização do sistema de cotas raciais nas universidades públicas. "É uma vitória do movimento negro. Temos feito um debate de ações afirmativas. Essa luta especificamente travamos desde 2003, com a implantação das cotas em várias universidades", afirmou Edson França, presidente da Unegro."Temos um debate consensual e por conta disso conseguimos aprovar as cotas raciais várias universidades. O DEM (Partido dos Democratas) entrou com essa ação mostrando mais uma vez ser um partido dos senhores de engenho", completou o presidente da Unegro.
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