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sábado, 10 de outubro de 2015

O pensamento vivo de Che Guevara

Por Augusto C. Buonicore, no site da Fundação Maurício Grabois:

Em 1955, Ernesto Guevara encontrou-se com os revolucionários cubanos no México e em 9 de outubro de 1967 foi assassinado na Bolívia. Portanto, foram pouco mais de 10 anos de intensa militância revolucionária. Podemos dizer que ele foi, fundamentalmente, um homem de ação. Seus primeiros escritos buscaram sistematizar as experiências guerrilheiras em Cuba e generalizá-las para os outros países do Terceiro Mundo. No entanto, também, escreveu sobre economia, Estado, ideologia socialista e a construção do “novo homem”. Creio que estes últimos textos sejam os mais significativos e os que mais podem nos trazer ensinamentos para os dias atuais.

A guerra de guerrilhas

Os pontos positivos dos textos sobre a guerra de guerrilha são os que se referem: 1º ao papel necessário da luta revolucionária no processo de transformação social na América Latina no século XX, dominada por governos autoritários e ditatoriais; 2º à definição do inimigo principal dos povos, o imperialismo estadunidense; 3º à importância do internacionalismo, especialmente a solidariedade com os países dominados e agredidos por esse mesmo imperialismo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Argentina e Uruguai irritam donos da mídia

Por Felipe Bianchi, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Motivo de insônia para os barões da mídia no continente, as leis aprovadas na Argentina e no Uruguai para regular a radiodifusão – comumente referidas como ‘Ley de Medios’ – foram discutidas e esmiuçadas por Nestor Busso, do Conselho Federal de Comunicações da Argentina, e Sergio de Cola, do Conselho de Telecomunicações do Uruguai. O debate, ocorrido neste sábado (19), em São Paulo, integrou a programação do Seminário Internacional Mídia e Democracia nas Américas.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

As adversidades enfrentadas por Bachelet

Por Kjeld Jakobsen, na revista Teoria e Debate:

O governo chileno começou o ano enfrentando uma série de obstáculos políticos que prejudicaram enormemente a popularidade da presidenta Michele Bachelet. O índice de desaprovação de seu governo alcançou 63%, no início do mês de maio, embora algumas semanas depois tenha recuado para 56%. Já o índice de aprovação, que chegou a apenas 28%, agora atinge 33%.

As razões para isso são várias. O primeiro fato negativo que veio a público em fevereiro envolveu o filho mais velho da presidenta, Sebastián Dávalos, e sua esposa, Natalia Compagnon. Ele participava do governo como “gestor de obras sociais”, função normalmente desempenhada por uma primeira-dama, e ela, empresária do ramo imobiliário, se associou a uma empresa do setor, a Caval, na compra de vários terrenos. Para pagá-los, Natalia contou com empréstimo concedido pelo Banco do Chile em reunião com seu vice-presidente, acompanhada de seu marido, um dia depois da promulgação da vitória eleitoral da presidenta Bachelet.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

A reforma política no Chile

Por Antonio Luiz M. C. Costa, na Carta Capital

Há males que vêm para o bem quando se sabe fazer uso deles. Michelle Bachelet foi acossada por uma denúncia de tráfico de influência por parte de seu filho e pela revelação de financiamentos ilegais e contratações suspeitas de políticos – na maioria da direita, mas também figuras importantes da sua coalizão e um de seus ministros – por grupos financeiros e de mineração como Luksic, Penta e Soquimich.

A imagem de um Chile isento de corrupção mostrou-se tão ilusória quanto a ideia dos anos 1960 de que suas Forças Armadas eram “profissionais” e não cederiam à tentação do golpismo latino-americano. Foi seriamente prejudicada a popularidade da presidenta, mas isso a ajudou a impulsionar a reforma política, incompleta desde o fim da ditadura.

sábado, 9 de maio de 2015

Reforma política na Argentina

Por Marcos Coimbra, na Carta Capital.

No Brasil, pouca gente se interessa pelo assunto, mas a Argentina fará, daqui a seis meses, importantes eleições nacionais. Em outubro, os eleitores escolherão o presidente da República, um terço dos senadores e metade dos deputados. Se necessário, haverá um segundo turno da etapa presidencial em novembro.

Especialmente na escolha para o Executivo, será uma eleição de grande significado. Nela, o kirchnerismo terá como antagonistas uma candidatura de direita e outra com raízes no mesmo peronismo de onde provém. Tudo o que está sendo feito desde 2003, quando Néstor Kirchner venceu a eleição, até hoje, depois de dois governos de Cristina, pode ser interrompido. A semelhança conosco em 2014 não é mera coincidência.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A América Latina afirma sua soberania perante os Estados Unidos

Editorial do Portal Vermelho
A luta pela emancipação dos povos e nações das Américas viveu nos últimos dias um fato de transcendência histórica. Realizou-se, nos dias 10 e 11 de abril, na Cidade do Panamá, a 7ª Cúpula das Américas, que se transformou em cenário de uma nova batalha pela afirmação da soberania e a independência nacional dos países da região.

O ideal do Libertador Simón Bolívar de criar a "grande Pátria Americana", que inspirou inúmeros combates e batalhas pela independência ao longo de dois séculos, esteve presente na reunião do Panamá, tanto no encontro dos movimentos sociais, que mobilizou centenas de ativistas e dirigentes, como na Cúpula dos chefes de Estado e governo.

O encontro do Panamá foi marcado por dois importantes fatos inéditos. Foi a primeira vez que os 35 países das Américas se sentaram em torno de uma mesma mesa, com o convite formulado a Cuba pelo governo do país anfitrião, depois de muitos anos durante os quais os governos progressistas exigiram a presença da ilha socialista que estava excluída deste tipo de conferência inaugurada em 1994 nos Estados Unidos. Foi também o momento em que os presidentes de Cuba e dos Estados Unidos se encontraram pela primeira vez em mais de cinco décadas, dando curso aos entendimentos para o estabelecimento de relações diplomáticas e para o fim do odioso bloqueio imposto pelo imperialismo estadunidense à maior das Antilhas.

quinta-feira, 5 de março de 2015

A reforma na educação do Chile

Por Juliana Faddul, na Carta na Escola

No fim do ano passado, as ruas do centro de Santiago, capital do Chile, foram tomadas por inúmeras passeatas e movimentos sociais, cujo denominador comum era a reivindicação por melhorias na educação. Se de um lado, professores do Ensino Básico e Médio entraram em greve por melhores condições de trabalho, do outro, estudantes de cursos superiores marcharam em prol de uma reforma que prega uma educação pública de qualidade. “Isso só mostra o quanto a reforma na educação é o tema mais urgente para podermos avançar como sociedade”, define Mario Waissbluth, especialista em política educacional e coordenador nacional da ONG Educación 2020.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Entenda a prisão do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma

Por Marcelo Zero*, na Rede Brasil Atual

Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, foi preso acusado pelo MP da Venezuela de delitos de conspiração e associação para atos terroristas; para a imprensa brasileira, a prisão é ato arbitrário do presidente Maduro.

A versão que circula nos meios de comunicação do Brasil é de que o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, um dos líderes da oposição de extrema-direita na Venezuela, teria sido preso “a mando do presidente (Nicolás) Maduro”. Tratar-se-ia, portanto, conforme essa versão, de uma prisão abusiva e ilegal, feita sem nenhuma base jurídica, que demonstraria o caráter “ditatorial” do atual regime de Caracas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Julgamento dos repressores da ditadura consolida democracia argentina

Por Sérgio Ferrari, da Adital

Há uma década, a Argentina vive um tsunami em nível de julgamentos de repressores dos anos setenta e oitenta. Mais de 1.600 militares de alta graduação já foram processados por crimes de lesa humanidade cometidos durante a última ditadura — 1976 a 1983. Mais de 500 entre eles foram condenados, muitos dos quais a prisão perpétua.

Dezenas de novos julgamentos se abrem a cada ano, chegando inclusive agora médicos, parteiras e capelães comprometidos com a repressão. E os oficiais que dirigiram algumas prisões do país, como é o caso de Coronda, ao norte de Santa Fé. Em paralelo, as Avós da Praça de Maio continuam sua tenaz luta para recuperar os bebês nascidos em cativeiro de pais desaparecidos.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Lutar com as armas necessárias

Por Caio Botelho

Imaginem a seguinte situação: em um duelo, combina-se que os dois oponentes poderão usar apenas espadas. Mas na hora do confronto um deles aparece com uma pistola. O que o outro deve fazer? Seguir a regra e lutar com uma espada mesmo sabendo que a derrota será certa, ou jogar essas regras para o alto e sacar uma arma também, para ao menos competir em condições de igualdade?

É essa a situação do governo de Maduro, na Venezuela. A oposição golpista abre mão do jogo democrático e do Estado de Direito para inviabilizar a governabilidade e criar as condições para apear do poder a força política eleita livremente. Esta, por sua vez, tem o direito - e mesmo a obrigação - de usar os meios necessários para garantir que a vontade popular seja respeitada. Todos eles, sem ingenuidade.

Maduro: “Na Venezuela vai prevalecer a paz e o socialismo”

Do Portal Vermelho, com Agência Venezuelana de Notícias e Granma

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, manifestou que o governo nacional junto ao povo venezuelano continuará a defesa da pátria diante da agressão e das ações desestabilizadoras da direita.

“É tempo de lealdade, tempo de amor e de combates. Vamos combater no cenário que se apresentar diante de nós para defender o direito à pátria de nossos filhos, de nossos netos e o legado do comandante Hugo Chávez. Na Venezuela vai prevalecer a paz e o socialismo, não vai haver império que nos atemorize e nos encurrale, disse o chefe de Estado em um contato telefônico com o programa La Hojilla, conduzido por Mário Silva, na Venezuelana de Televisão.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Brasil e Paraguai: 150 anos depois da guerra, ferida ainda aberta

Batalha de Avaí, quadro de Pedro Américo no Museu Nacional de Belas Artes
Por Filipe Figueiredo, no Opera Mundi

Em dezembro de 2014, celebra-se o 150° aniversário do maior conflito armado da América do Sul, conhecido no Brasil como Guerra do Paraguai, travada entre 1864 e 1870. Também chamado de Guerra da Tríplice Aliança ou Ñorairõ Guazú (“Guerra Grande”, em guarani), o conflito deixou um legado de cerca de meio milhão de mortos, entre soldados e civis. Um número preciso jamais será obtido, mas as estimativas das mortes civis paraguaias flutuam entre 300 mil e um milhão; em números relativos, algo entre 40% e 90% de sua população. O clichê diz que deve-se estudar a história para compreender o presente. Cento e cinquenta anos depois, em uma América Latina em desenvolvimento, com o Cone Sul do continente em ritmo de integração, uma ferida permanece aberta, originada na guerra.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Alba, inclusão e bem-estar humano são sua marca

Da Prensa Latina

Há 10 anos de sua fundação, a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba) mostra resultados concretos em matéria de inclusão e bem-estar humano, destacou nesta quinta-feira (11) o embaixador alternado de Cuba nas Nações Unidas, Oscar León.

Em entrevista à Prensa Latina, o diplomata disse que essas têm sido as prioridades do bloco integracionista de nove países desde seu nascimento, no dia 14 de dezembro de 2004, por iniciativa dos líderes das Revoluções Cubana e Venezuelana, Fidel Castro e Hugo Chávez, respectivamente.

Trata-se de uma maneira de tornar realidade o acesso à educação, saúde e aos direitos humanos por todas as pessoas, incluindo os setores mais vulneráveis, algo que com tanta força se proclama na ONU, ainda que às vezes com muita hipocrisia, advertiu.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

América Latina e a vitória de Dilma

Chefes de Estado sul-americanos na inauguração da sede
da Unasul, em Quito, Equador
Por Monica Valente, na revista Teoria e Debate:

Terminamos o ano de 2014 com resultados eleitorais bastante auspiciosos na região latino-americana e caribenha. A despeito de terem sido processos de intensa disputa, as eleições deste ano em El Salvador, Bolívia, Brasil e Uruguai inscrevem na história de nossa região a vontade inequívoca de nossos povos de continuidade das políticas antineoliberais, de inclusão social, combate à pobreza, de integração soberana entre nossas nações e de construção de um mundo multipolar, de paz e solidariedade.

A vitória da presidenta Dilma Rousseff, em razão da dimensão do Brasil, de sua economia e sua população, tem um significado geopolítico bastante relevante. Nossos adversários internos propuseram nesse processo eleitoral uma outra visão de política externa, diferente daquela que foi vitoriosa. Defenderam a subordinação da economia brasileira aos interesses das empresas multinacionais, através da inserção nas cadeias produtivas internacionais, implicando de imediato em maior abertura comercial, políticas de austeridade, proteção aos investidores, flexibilização de direitos e redução do papel do Estado na vida dos povos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Por que a direita odeia o Foro de São Paulo?

Por Breno Altman, no Opera Mundi

A realização do XIX Encontro do Foro de São Paulo, nesta última semana de julho, está provocando urticárias entre as fileiras de direita. Apesar do relativo silêncio da velha mídia, grupos de distintos naipes agitam a blogosfera contra o evento. Não faltam sequer ameaças de violência e terror.

Desde filósofos de bordel, como Olavo de Carvalho e seus cupinchas, a refinados intelectuais do tucanato, passando por vira-casacas da estirpe de Roberto Freire e Alberto Goldman, há um coro conservador contra a entidade fundada em 1990.

De tradicionais filiados a cristãos-novos do reacionarismo, forma-se frente contra uma esquerda que teve o desplante de se reconstruir e forjar alternativas de poder por toda a América Latina. Um cenário aparentemente inacreditável na origem do Foro.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Regulação da mídia agita o Uruguai

Pepe Mujica e Tabaré Vásquez
Por Altamiro Borges

O segundo turno das eleições presidenciais no Uruguai, em 30 de novembro, agita a população do país vizinho. Todas as pesquisas apontam para a vitória de Tabaré Vázquez, candidato da aliança governista Frente Ampla, do atual presidente Pepe Mujica. Concorrendo pelas forças de direita, o jovem oligarca Luis Lacalle Pou, do Partido Nacional. No embate programático entre os dois candidatos vários temas polêmicos, com destaque para a discussão sobre a regulação da mídia. Logo após a folgada vantagem no primeiro turno, Tabaré Vázquez prometeu acelerar a sanção do projeto de lei que tramita no parlamento sobre o tema. Já o direitista, apoiado pelos barões da mídia, garante que arquivará o projeto.

Segundo relato da jornalista Daniella Cambaúva, da Rede Latino América, “em sua primeira fala pública da segunda fase da campanha, Vázquez anunciou que, se vitorioso, a lei de mídia será ‘improrrogável’ e se comprometeu a regulamentá-la. Presidente do Uruguai entre 2005 e 2010, ele é conhecido por representar a ala mais conservadora na Frente Ampla. Esta foi a primeira vez em que ele se comprometeu a implementar e fazer cumprir a lei de mídia, despertando críticas da oposição. Lacalle Pou, 41 anos, é crítico à lei. Ele alega que nela existem ‘inconstitucionalidades’, e que para ter uma legislação ‘típica de regime autoritário’ é melhor não ter nenhuma”.

domingo, 23 de novembro de 2014

Venezuela aprova leis anticorrupção

Presidente venezuelano defende combate implacável à corrupção
Da Agência Brasil

O presidente venezuelano Nicolás Maduro, assinou na quarta-feira (19) um conjunto de leis para combater a corrupção e a insegurança. "Assinei a revisão da lei que cria um corpo nacional anticorrupção e também novos elementos para que os delitos não prescrevam", disse Nicolás Maduro durante discurso no Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas.

Segundo o presidente, a grande motivação foi a importância da luta contra a corrupção, "uma luta de mil demônios". Maduro explicou que o Corpo Nacional contra a Corrupção será uma “instituição vital para atingir a coesão dos elementos ético, educativo, cultural, institucional, legal, investigativo e policial".

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A verdade sobre o Porto de Mariel em Cuba

Porto de Mariel, em Cuba
Por Pedro Porfírio, no site Pátria Latina.

Em sua deliberada má fé, Aécio Neves e alguns manipuladores da direita costumam dizer na maior cara de pau que o governo brasileiro está construindo um porto para Cuba só para ajudar o governo cubano, como se estivesse desviando dinheiro para a ilha que derrotou o império com sua Revolução invicta.

Os idiotas da fauna obscurantista podem até se compensarem psicologicamente quando repassam essa mentirada pela internet. Mas o tucano, que não é um idiota, mas pretende enganar os menos informados, exerce o mandato de senador e já foi até presidente da Câmara Federal.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

VÍDEO HISTÓRICO: Confira o discurso de Fidel Castro no Congresso da UNE

Durante uma de suas visitas ao Brasil, o líder da revolução cubana, Fidel Castro, participou do 46º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), realizado em 1999 na cidade de Belo Horizonte (MG). Milhares de estudantes assistiram o discurso de quase duas horas do então presidente de Cuba que, naquela oportunidade, foi aclamado como presidente de honra da UNE, título que ostenta até hoje.

Veja abaixo o vídeo com a íntegra do discurso de Fidel:

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Cuba: Saiba como funciona o sistema eleitoral

Anita Leocadia Prestes*, do Brasil de Fato
Ao estudar o sistema político vigente em Cuba, é necessário lembrar que seus antecedentes remontam ao ano de 1869, quando o povo da pequena ilha caribenha lutava de armas na mão pela independência do jugo colonial espanhol. Seus representantes se reuniram na parte do território já liberado e constituíram a Assembléia Legislativa, que aprovou a primeira Constituição da República de Cuba em armas. Era assim estabelecida a igualdade de todos os cidadãos perante a lei e abolida a escravidão até então existente. Essa primeira Assembléia Constituinte elegeu o Parlamento cubano daquela época e também, de forma democrática, seu Presidente, assim como o Presidente da República de Cuba em armas, designando ainda o Chefe do Exército que levaria adiante a luta pela independência.